Perdão, Forgiveness
Quero contar algo que Deus tem ministrado ao meu coração.
Comecei a meditar sobre o perdão depois de ler o livro Making Jesus Lord (Fazendo Jesus Senhor), não sei se tem a versão portuguesa, esse livro é de Loren Cunningham, fundador de JOCUM. Ali ele fala sobre várias experiências dele mesmo e de outras pessoas, uma delas é Corrie ten Boom, uma mulher que foi levada ao campo de concentração e perdeu sua irmã lá, e mesmo assim perdoou.
Loren conta mais outra história sobre um pastor. Deus disse a esse pastor que ele guardava amargura, porque ele não tinha perdoado. O pastor, intrigado ficou sem entender quem ele ainda não havia perdoado, Deus lhe disse que ele não tinha perdoado Hitler, O pastor então questionou dizendo que Hitler estava morto, Deus disse que sabia, mas que Hitler ainda não estava morto no coração do pastor.
Tem muitas
outras histórias neste livro, mas eu queria escrever sobre isso, perdão. A
falta de perdão provoca amargura e a amargura nos afasta de Deus, nos impede de
ser bênção na vida das pessoas. Somos sal da terra e devemos fazer a diferença,
não podemos deixar que qualquer sentimento ou falta de perdão atrapalhe nossa
intimidade com Deus. Não podemos deixar que seja cultivada qualquer raiz de
amargura em nosso coração.
No meu caso, depois de ler essas histórias e de outros testemunhos neste livro, percebi que toda vez que pensava em alguns políticos brasileiros eu não conseguia orar direito por eles, até orava, mas não livremente, porque era como se eu os visse como pessoas tão más que parecia impossível eles terem uma transformação. Entendi que o motivo que me impedia de orar por eles era pela mágoa, amargura de ver o que eles têm feito. Eu não conseguia ver que, apesar de eles serem pessoas assim, Deus os ama e Jesus também morreu na cruz por eles, eles é que ainda não conheceram este amor. Orei então liberando perdão e assim consegui orar por eles com compaixão.
Acredito que essa mensagem do perdão é que vai nos libertar de toda mágoa, e perdoar é agir de modo contrário às artimanhas do diabo, e tenho certeza de que Deus vai operar quando agirmos de modo contrário ao que se espera quando estamos magoados.
Precisamos sondar
nosso coração e procurar saber a quem devemos perdoar. Vão aparecer muitas
pessoas, com certeza, mas devemos perdoar.
Que Deus nos
livre de toda amargura e que possamos orar com compaixão.
I want to share something that God has been ministering to my heart.
After reading the book Making Jesus Lord by Loren Cunningham, the founder of YWAM (Youth With A Mission),I’ve been meditating on forgiveness. I was deeply impacted. In the book, he shares various experiences.
One story that stood out to me was about Corrie ten Boom, a woman who was taken to a concentration camp and lost her sister there, yet still chose to forgive.
Loren also tells another story about a pastor. God told this pastor that he was holding on to bitterness because he hadn’t forgiven. The pastor was puzzled and couldn’t figure out who he still needed to forgive. Then God told him: You haven’t forgiven Hitler. The pastor was shocked and replied, But Hitler is dead. And God answered, Yes, but he’s still alive in your heart.
There are many powerful stories in this book, but I wanted to write about forgiveness.
Unforgiveness produces bitterness, and bitterness separates us from God. It hinders us from being a blessing in the lives of others. We are the salt of the earth and are called to make a difference. We can’t allow any feeling—or lack of forgiveness—to interfere with our intimacy with God. We must not let any root of bitterness grow in our hearts.
In my case, after reading these stories and other testimonies in the book, I realized that every time I thought about certain Brazilian politicians, I couldn’t truly pray for them. I did pray, but not freely. It was as if I saw them as people so evil that transformation seemed impossible. I came to understand that what was stopping me from praying for them was actually hurt and bitterness from seeing what they’ve done.
But then I realized: even though they act the way they do, God still loves them. Jesus also died on the cross for them. They just haven’t encountered that love yet. So I prayed and released forgiveness—and only then was I able to pray for them with compassion.
I believe that this message of forgiveness is what sets us free from all bitterness. Forgiveness is choosing to act in a way that goes against the enemy’s schemes. And I’m convinced that when we act contrary to what is expected in moments of pain, God begins to work.
We need to search our hearts and ask: Who do I need to forgive?
Many names may come up—but we must forgive.
May God free us from all bitterness, and may we be able to pray with true compassion.
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